<T->
          LNGUA PORTUGUESA
          BEM-TE-LI -- 4 srie
          Ensino Fundamental
          
          Angiolina Bragana
          Isabella Carpaneda

          Impresso em 3 partes na 
          diagramao de 28 linhas de 34 caracteres.
          
          Primeira Parte

          Ministrio da Educao
          Instituto Benjamin Constant
          Av. Pasteur, 350-368 -- Urca
          22290-240 Rio de Janeiro 
          RJ -- Brasil
          Tel.: (21) 3478-4400
          Fax (21) 3478-4444
          E-mail: ~,ibc@ibc.gov.br~, 
          -- 2007 --

<P>
          (C) Copyright Angiolina 
          Domanico Bragana, Isabella 
          Pessoa de Melo Carpaneda, 2005

          ISBN 85-322-5510-8

          Editora: Maria Ceclia Mendes de Almeida
          Editora assistente: Helena de Brito
          Coordenao: Snia Oddi

          Todos os direitos de edio 
          reservados  EDITORA FTD S.A.

          Matriz: Rua Rui Barbosa, 156 (Bela Vista) So Paulo -- SP
          CEP 01326-010 
          Tel. (11) 3253-5011
          Fax (11) 3284-8500 r. 243
          Internet: ~,http:www.ftd.com.br~,
          E-mail: ~,portugues@ftd.com.br~,
<p>
                               I
ANGIOLINA BRAGANA
  Licenciatura plena em Pedagogia pela Associao de Ensino Unificado do Distrito Federal, com especializao em Administrao Escolar. Coordena, prepara material pedaggico e ministra cursos de treinamento para professores de educao infantil e de 1 a 4 sries do ensino fundamental, em vrios estados, desde 1990. Atua como assessora pedaggica de educao infantil e 
de 1 a 4 sries do ensino fundamental, em Braslia-DF, desde 1970.

ISABELLA CARPANEDA
  Licenciatura plena em Pedagogia pela Universidade de Braslia e CEUB, com especializao em Administrao e Superviso Escolar e Orientao Educacional. Coordena, prepara material pedaggico e ministra cursos de treinamento para professores de educao infantil e de 1a a 4a sries do ensino fundamental, em vrios estados, desde 1990. Atua como assessora pedaggica de educao infantil e de 
1 a 4 sries do ensino fundamental, em Braslia-DF, desde 1984.

<p>
                             III
          Dados Internacionais de 
          Catalogao na Publicao (CIP)
          (Cmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)

Bragana, Angiolina Domanico.
  Bem-te-li : lngua portuguesa / Angiolina Bragana, Isabella Carpaneda. -- 2. ed. -- So Paulo : FTD, 2005. -- (Coleo bem-te-li)

  Vrios ilustradores.
  Obra em 4 v.
  1 srie consumvel
  2 a 4 srie no-consumvel.
  Suplementado por manual do professor.
  Bibliografia.

  1. Leitura (Ensino fundamental)  2. Portugus (Ensino fundamental)  3. Portugus (Ensino fundamental) -- Gramtica  
I. Carpaneda, Isabella Pessoa de Melo.  II. Ttulo  III. Srie.

 05-0436	          CDD-372.#f

          ndices para catlogo 
          sistemtico:
 1. Portugus : Ensino fundamental 372.#f

          ISBN: 85-322-5510-8

<P>
                                V
<R+>
<F->
Sumrio Geral

Primeira Parte

 Unidade 1 

 Leitura 1: Aventura ::::: 2
 Gramtica: Encontros 
  voclicos -- Ditongo, 
  tritongo e hiato :::::::::: 11
 Leitura 2: Amyr Klink, 
  o aventureiro viajante :::: 17
 Produo :::::::::::::::::: 24
 Ortografia: Palavras com 
  *x* e *ch* :::::::::::::::: 26

 Unidade 2 

 Leitura 1: Vov comprou 
  uma casa :::::::::::::::::: 29
 Leitura 2: Pgina de 
  catlogo :::::::::::::::::: 39
 Leitura 3: Mapa 
  rodovirio :::::::::::::::: 42
 Leitura 4: 
  Propaganda ::::::::::::::: 45
 Produo :::::::::::::::::: 48
<p>
 Leitura 5: 
  Propaganda ::::::::::::::: 50
 Produo :::::::::::::::::: 53
 Ortografia: Palavras com 
  *en* + *ch* e *en* + 
  + *x* ::::::::::::::::::::: 54
 Gramtica: Acentuao de 
  palavras oxtonas ::::::::: 56

 Unidade 3

 Leitura 1: Aventuras de 
  Pedro Malasarte ::::::::: 61
 Produo :::::::::::::::::: 74
 Ortografia: Palavras 
  com *ex* :::::::::::::::::: 76
 Gramtica: Gnero do 
  substantivo ::::::::::::::: 78
 Leitura 2: Trem de 
  ferro ::::::::::::::::::::: 84

 Unidade 4

 Leitura 1: O 
  segredo ::::::::::::::::::: 92
 Leitura 2: Cartaz ::::::: 98
 Leitura 3: 
  Propaganda ::::::::::::::: 104
<p>
                            VII
 Leitura 4: 
  Reportagem ::::::::::::::: 105
 Produo :::::::::::::::::: 110
 Gramtica: Pronomes de 
  tratamento :::::::::::::::: 117
 Ortografia: Palavras com 
  *cc, c, x* ::::::::::::::: 123

Segunda Parte

 Unidade 5

 Leitura 1: Pea 
  infantil :::::::::::::::::: 129
 Gramtica: Advrbios e 
  locues adverbiais ::::::: 144
 Ortografia: Palavras com 
  letras mudas :::::::::::: 158
 Leitura 2: Timorato ::::: 160
 Produo :::::::::::::::::: 169
<p>
 Unidade 6

 Leitura 1: No pas do 
  futebol ::::::::::::::::::: 171
 Produo :::::::::::::::::: 183
 Ortografia: Palavras 
  terminadas em *ansa* e 
  *ana* e palavras 
  terminadas em *o* e 
  *so* ::::::::::::::::::::: 186
 Leitura 2: 
  Propaganda ::::::::::::::: 189

 Unidade 7

 Leitura 1: Evoluo dos 
  uniformes escolares 
  atravs dos tempos :::::::: 192
 Leitura 2: Uniforme 
  escolar: sim ou no? 
  (argumentos a favor) :::: 194
 Leitura 3: Uniforme 
  escolar: sim ou no? 
  (argumentos contra) ::::: 202
 Ortografia: Palavras 
  terminadas em *esa* e 
  *eza* ::::::::::::::::::::: 209
 Gramtica: Verbos :::::::: 212
<p>
                             IX
 Unidade 8

 Leitura 1: Televiso: 
  amiga ou inimiga? 
  (argumentos contra) ::::: 228
 Leitura 2: Televiso: 
  amiga ou inimiga? 
  (argumentos a favor) :::: 231
 Produo :::::::::::::::::: 241
 Ortografia: Palavras que 
  causam dvida: junto ou 
  separado? ::::::::::::::::: 253

Terceira Parte

 Unidade 9

 Leitura 1: rvores 
  brasileiras ::::::::::::::: 257
 Leitura 2: Poema :::::::: 264
 Leitura 3: Cartaz ::::::: 265
 Leitura 4: Cartum ::::::: 270
 Ortografia: Palavras 
  terminadas em *sso, 
  so* e *o* :::::::::::::: 272
 Gramtica: Verbo -- Modo 
  imperativo :::::::::::::::: 273

 Unidade 10

 Leitura 1: Filosofia de 
  um par de botas ::::::::::: 281
 Produo :::::::::::::::::: 295
 Ortografia: A grafia das 
  palavras atravs dos 
  tempos :::::::::::::::::::: 296
 Leitura 2: Foto 
  antiga :::::::::::::::::::: 299
 Leitura 3: A gerao 
  digital entra em cena ::::: 302
 Gramtica: Sujeito e 
  predicado ::::::::::::::::: 310
 Ortografia: Palavras 
  terminadas em *ice* e 
  *isse* :::::::::::::::::::: 314

 Unidade 11

 Leitura 1: A histria do 
  beijo ::::::::::::::::::::: 319
 Leitura 2: 
  Esculturas ::::::::::::::: 327
 Leitura 3: Receita de 
  beijinho :::::::::::::::::: 329
 Leitura 4: Nem criana, 
  nem adolescente ::::::::::: 335
<p> 
                             XI
 Leitura 5: Bye, bye, 
  bonecas e carrinhos ::::::: 341
 Ortografia: Palavras 
  terminadas *em em, m* 
  e *m* :::::::::::::::::::: 346
 Gramtica: 
  Interjeio :::::::::::::: 351
 Produo :::::::::::::::::: 355
<F+>
<R->
<P>
<p> 
                            XIII
<R+>
Notas de transcrio

   Nesta obra, as palavras abaixo enumeradas tm estes sentidos:

 1- Ilustrao, imagem: figuras usadas para exemplificar ou reforar uma idia ou um texto.
 2- Lacuna: espao que dever ser preenchido de acordo com a indicao do exerccio.
 3- Legenda: texto explicativo ou complementar de: foto, gravura, ilustrao, quadro.
 4- Tira, tirinha: seqncia de poucos quadrinhos, formando uma histria.
<R->
<p>
<7>
<Tbem-te-li 4 srie>
<T+1>
Unidade 1

Antes da leitura

  Abaixo esto algumas palavras e expresses que voc encontrar no prximo texto.

heri  
 comandante  
 espao estelar  
 Planta-abastecedor  
 Ultra-urnio B especial  
 Monstro-babo

  Responda oralmente.
  Na sua opinio, que tipo de histria voc vai ler?
  Agora leia o texto para verificar se suas hipteses se confirmam.

<8>
<p>
Leitura 1
 
Aventura  
  
  Abri a porta devagar. A nave estelar se abria para o espao -- vuuuuc! Ouvi o porto metlico fazendo o ltimo clic. E a voz do Comandante: "V e volte logo". O Comandante ainda poderia completar com a frase: "Heri, cumpra o seu dever". S que dessa vez ele preferiu repetir em voz alta: "V logo!"
  Ento eu fui. Ouvi o metal fechando-se sob minhas costas. A distncia em megaquilmetros tinha de ser percorrida em poucos segundos. Um, dois, trs... rpido, em vinte hipersegundos eu havia vencido o espao estelar e estava chegando ao Planeta-Abastecedor. Estendi a mochila e o papel para o Funcionrio-Abastecedor e esperei que ele entendesse o cdigo. O Funcionrio parecia um tanto bobo, leu o cdigo devagar, s a perguntou:
  --  do B? -- eu confirmei.
  Sim, s podia ser o Ultra-urnio B especial, para proteger os seres galcticos do planeta Fmiler. Com minha mochila pesando feito hiperchumbo, tentei escapar do Monstro-Babo, que chegava, acompanhando uma velha Maga Estelar. Mesmo acorrentado, o Monstro-Babo parecia me reconhecer (ns j havamos nos encontrado numa aventura anterior -- eu havia mostrado a lngua pra ele e o Monstro havia berrado at perder o flego...) e ainda bem que uma fera daquele tipo estava presa! Ia fugindo, quando o Chefe do Planeta-Abastecedor me parou com um assobio:
<9> 
  -- T faltando. O B aumentou. 
  -- Droga! -- Tive de completar a carga usando meu prprio capital -- ainda bem que no retorno iria pedir para o Comandante repor as perdas. Enfim, estava sozinho no hiperespao. Olhei o quadrante cinzento  minha frente: s podia pisar nas linhas escuras. Se pisasse fora destas tiras, uma bomba horrvel iria estourar, levando todos os planetas para o...
  BUUUUUM!! Oh, eu pisei fora da tira! Pulei de lado, quase perdi a mochila... que foi de encontro ao terrvel Irmo-Mais-
 -Velho-do-Filipe:
  -- Qual , cara? -- ele berrou.
  No pedi desculpas, continuei correndo. Olhei no superdigital. Tinha de chegar em 15 segundos, seno ia perder meu recorde!
  1, 2, 3, 4... toquei a campainha, uma, dez, mil vezes.
  Quem abriu a porta foi o 
 Jnior.
  -- Consegui! -- gritei, encarando meu irmo, espantado. Eu estava suado, o rosto grudando de calor... vitorioso. 
  -- Pra que toda essa gritaria? -- falou mame, pegando a sacola de minha mo, catando o leite tipo B de l de dentro.
  Sorri meu sorriso secreto nmero 48. "Mes", pensei. Elas sequer desconfiam que buscar leite na padaria pode virar uma incrvel aventura espacial quando a gente tem nove anos e sabe brincar de imaginao...

<R+>
Mrcia Kupstas. Revista *Balde Branco*. So Paulo, Cooperativa do Leite Paulista.
<R->
 
Mrcia Kupstas
 
  Nasceu e sempre morou em So Paulo. Desde pequena, acredita que a maior magia  brincar com palavras, inventar, criar histrias. Quando lia, viajava dentro das pginas dos livros, conversava com as personagens, e de tanto ler e imaginar acabou criando suas prprias personagens e suas prprias histrias.
  Estes so alguns de seus livros: *Crescer  perigoso*; *A maldio do silncio*; *O primeiro beijo*; *Sapo de estimao*; *Bicho esquisito*; *Empinando pipa*; *Mata vermelha*.
 
<10>
Explorao escrita

<R+>
1. Responda.
 a) O narrador do texto  algum que conta a histria de outra pessoa ou  um narrador-personagem?
 b) E o que voc observou para chegar a essa concluso?

2. O menino do texto substitui nomes comuns por outros mais adequados  sua aventura.
 A -- Escreva quem era na realidade:
 a) o Comandante             	
 b) o Heri 
 c) o Funcionrio-Abastecedor 	
 d) o Monstro-Babo 

 B -- Escreva tambm o que era:
 a) o porto metlico 	
 b) o Planeta-Abastecedor 
 c) o Ultra-urnio B especial 	
 d) a carga 
 e) o quadrante cinzento 	
 f) o superdigital 
 g) o planeta Fmiler 

3. Leia e responda.
<R->
 
  "Sim, s podia ser o Ultra-
 -urnio B especial, para proteger os seres galcticos do planeta Fmiler."

  A que proteo o menino se 
 refere?

<11> 
<R+>
4. Observe, discuta com seus 
  colegas e responda.

 Carrefour -- Braslia Sul
 SCEE -- Sul lote B -- 
  Braslia DF
 CGC 45.543.915/0003-43
 IE 07.312.810/002-33
 Cupom fiscal PDV -- Venda
 Leite integral 1 l 0,75
 Total 0,75
 Pago em dinheiro 1,00
 Troco 0,25
 05/12/98 14:00 OP: 07207
 Carrefour sempre menor preo
 Teleconsultas: 233-8820
 
 a) O que  isso?
 b) E que nome o menino poderia ter dado a esse tipo de texto para ficar adequado a sua aventura?
 
 5. No texto aparecem algumas onomatopias. Copie-as e escreva o que elas significam.
 6. Leia.
<R->

  "Olhei o quadrante cinzento  minha frente: s podia pisar nas linhas escuras."

  Agora imagine e descreva a calada por onde o menino passou.

<R+>
7. Responda.
 a) Que caracterstica do menino fica evidenciada no texto?
 b) A que concluso voc chegou em relao  aventura vivida pelo menino?
<R->

<12>
<p>
A palavra e o contexto

<R+>
_`[{caso sua escola no possua o dicionrio, em braille, pea a seu 
professor que providencie a aquisio de um exemplar para que
voc possa desenvolver as atividades propostas ao longo desta
obra_`]
<R->
  
1. Leia.

  "Um, dois, trs... rpido, em vinte hipersegundos eu havia vencido o espao estelar e estava chegando ao Planeta-Abastecedor."
  Voc j sabe que o narrador da histria  um garoto que, na sua imaginao, vive uma aventura espacial. Assim, foram usadas palavras que marcam esse tipo de aventura, como: hipersegundos, megaquilmetros, superdigital etc.
  A palavra *hipersegundos*  formada pelo prefixo *hiper*, que significa excesso, e pela palavra *segundos*.
 
hiper + segundos
  
  Na Lngua Portuguesa existem outras palavras que comeam da mesma forma que hipersegundos.
  Descubra e escreva o significado das palavras abaixo. Se precisar, consulte o dicionrio.
 a) hipercalrico	
 b) hipersensibilidade 
 c) hipertenso 	
 d) hipercido
 e) hiperagudo 	
 f) hiperativo
 
<R+>
2. As palavras *megaquilmetros* e *superdigital* so formadas com os prefixos *mega* e *super*.
<R->

  Pesquise trs outras palavras com esses prefixos e escreva o que eles significam.

<13>
<p>
Gramtica

<R+>
1. Leia.
 Leit*o*     
 c*u*     
 Urug*uai*
 lng*ua*
 cac*auei*ro
  Observe que existem palavras com dois ou mais sons voclicos juntos.
<R->

  Agora, leia mais estas palavras e copie-as, separando-as em grupos de acordo com o nmero de sons voclicos juntos.
  
<F->
roupa    _ aeroporto	
iguais   _ meio
passeio  _ papagaio
saguo   _ cacaueiro
fasca   _ boi
paraguaio_ ensaiou 
<F+>

  Responda.
<R+>
 a) Quantos grupos de palavras voc formou? 
 b) E a que concluso voc chegou?
<R->
 
<F->
!::::::::::::::::::::::::::::::::
l  Todas as palavras acima tm  _
l  *encontro voclico*, isto ,  _
l  tm dois ou mais sons         _
l  voclicos juntos.             _
h::::::::::::::::::::::::::::::::j
<F+>

<R+>
2. Reescreva as palavras abaixo separando as slabas e depois observe o encontro voclico de cada uma delas.
 a) gua	
 b) cadeira	
 c) depois
 d) laranjeira	
 e) cu	 
 f) tubaro
 g) ouro	
 h) faixa	 
 i) degrau

<14> 
  Responda.
 a) De quantos sons voclicos  composto o encontro voclico dessas palavras?
 b) Na separao de slabas, o que h em comum na localizao desses encontros voclicos?
<R->
 
  Todas essas palavras tm *ditongo*. Junto com seus colegas, defina o que  ditongo e registre.
 
<R+>
3. As palavras abaixo tambm possuem encontro voclico formado por dois sons voclicos, porm eles no formam ditongo. Descubra por que separando as slabas de cada uma delas.
 a) iodo	
 b) rainha	
 c) campe
 d) seguia	
 e) rua	
 f) moeda
 g) maestro	 
 h) aeroporto	
 i) pudo
 j) coador	
 l) sade	
 m) alegria
 n) viva	
 o) pas	
 p) poeta
<R->

  Ento, descobriu por que elas no formam ditongo? Registre a sua concluso.
  Essas palavras formam *hiato*. Junto com seus colegas, defina o que  *hiato* e registre.
 
<R+>
4. Voc j sabe que ditongo  o encontro de dois sons voclicos na mesma slaba.
  Separe as slabas das palavras abaixo e observe os encontros voclicos.
 a) saguo	
 b) enxagei	
 c) Uruguai
<R->

  Agora, responda.
  Quantos sons voclicos juntos h nesses encontros?
  Que nome voc acha que recebe?

<15> 
<p>
<R+>
5. Copie as palavras de acordo com as etiquetas.

louco -- maestro -- ba -- 
  Uruguai -- peneira -- enxagei -- moeda	-- muito -- Paraguai

 Etiqueta a: ditongo  
 Etiqueta b: tritongo
 Etiqueta c: hiato

6. Escreva nomes de:

 A -- animal com
 a) 1 slaba e 1 ditongo	
 b) 2 slabas e 1 ditongo

 B -- fruta com
 a) 2 slabas e 1 ditongo	
 b) 4 slabas e 1 hiato

7. Um desafio para voc e seus colegas.
  Pensem e falem palavras que tenham ditongo e hiato. Mas ateno! Esses sons voclicos devem estar na mesma palavra.
  Seu professor vai registrar na lousa a relao de palavras da turma. Copie-as.

*Dicas de leitura*

  *Cad o super-heri*?
 Walcir Rodrigues Carrasco -- Editora Global
  *Os criminosos vieram para o ch*
 Stella Car -- Editora FTD
  *Os colegas*
 Lygia Bonjunga -- Jos Olmpio Editora

<16>
Divirta-se

Iluso de tica

 a) Qual dos crculos centrais  maior?
 R: Os crculos centrais so iguais
 b) Uma taa ou dois perfis?
 c) Girando o livro no sentido horrio, as rodas parecero estar em movimento.
<p>
 d) Qual das linhas centrais  maior?
 R: As linhas centrais so do mesmo tamanho.
<R->

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

<17>
Leitura 2

<R+>
Amyr Klink, o aventureiro 
  viajante
<R->

  Amyr Klink adora uma aventura. Ele j cruzou o oceano Atlntico apenas num barquinho a remo. Tambm j navegou sozinho at a Antrtida, onde passou um ano na companhia de focas, pingins e elefantes-marinhos. 
  De l, foi para o Plo Norte, completando quase dois anos no mar.
  Se voc quer ser um grande aventureiro, embarque agora mesmo nesta entrevista.

  Voc  apaixonado pelo mar desde menino?
  Eu no sou apaixonado pelo mar, sou apaixonado por viagens. O mar  um caminho. Com um barco voc vai para onde quiser.
 
  Voc se acha corajoso?
  Para viajar  preciso ter curiosidade. Coragem vem depois.  o maior saco viajar com algum que no se interessa em descobrir coisas novas. Ou com aquele tipo que no meio da viagem fala assim: "Estou acostumado a comer hambrguer e tomar coca-cola, no quero sopa de raiz".  muito chato viajar e no trocar experincias com as outras pessoas.  a mesma coisa que no sair do lugar.
 
  Acontecem coisas engraadas nas suas viagens?
  Sempre pintam situaes malucas. No Oriente, por exemplo, dar a mo para algum pode ser uma ameaa. Num pas diferente, a gente tem que observar, entender os costumes e respeitar as pessoas.

<18> 
  E se a comida do lugar for superestranha?
  Prefiro no comer. Agora, se eu estiver com muita fome, vou comer a mesma coisa que eles. No se pode querer mudar os hbitos. A gente no viaja para tentar consertar o mundo, mas para ver como ele .
 
  Voc  rpido para fazer as malas?
  Detesto arrumar mala. Sempre fao isso mais ou menos cinco minutos antes de ir embora.
 
  Quais os bichos que voc encontrou na Antrtida?
  L, a maior parte dos predadores so aquticos, como as orcas e as focas-leopardos, por isso os bichos no tm medo de um animal terrestre como o homem. Eu andava no meio de focas, pingins e elefantes-marinhos numa boa.

  Qual a temperatura mais baixa que voc j enfrentou?
  Uns 28 graus negativos. Na Antrtida, 15 graus negativos  uma temperatura gostosa, porque a neve fica sequinha e d at para sentar nela. Eu podia ficar tomando sol sem roupa. Agora, quando a temperatura era de 1 grau positivo, fazia muito frio porque havia muita umidade.
 
  Como voc fazia para tomar banho?
  Eu derretia a neve para fazer gua.
 
  Como era a sua comida?
  Ela estava toda dividida em pacotes semanais. Eu adoro chocolate, mas s tinha uma barra por semana. Se pegasse dos outros pacotes, no meio da viagem estaria sem chocolate e a eu ia ficar doente!

<19>
<p>
  Deu vontade de comer alguma coisa que no tinha por l?
  Seria timo se existisse um disque-pizza na Antrtida!
 
  Voc cozinhava?
  Algumas coisas vinham prontas, mas outras eu cozinhava. No comeo da viagem havia po e queijo e dava para fazer um sanduche facilmente. Quando eles acabaram, eu tinha que pegar farinha, fermento e leite nos pacotes e a fazer o po e o queijo.
 
  Que sanduche complicado, hein?
  . O queijo demorava 3 dias para ficar pronto. J o po, eu comeava a faz-lo 4 horas antes de preparar o sanduche.
 
  Quais lugares que voc gostaria de conhecer?
  Milhares deles. Adoro viajar pelo Brasil. No  preciso ir longe para descobrir lugares interessantes.
 
  Quando no est viajando, o que voc faz?
  Fico planejando novas viagens...
 
  Nas prximas, voc vai levar mais chocolate?
  Ah, bastante chocolate!

<R+>
_`[{foto de uma me-pingim com seu filhote_`]
  Legenda: Muitos pingins nasceram enquanto Amyr estava na Antrtida.

*Manual de aventuras do 
  Cebolinha*. So Paulo, 
  Globo, 1997.
<R->

  Em maro de 1999, Amyr Klink realizou outro feito indito: completou, em 79 dias, a circunavegao do Continente Antrtico, a bordo do veleiro Paratii.

<R+>
_`[{foto de um barco num mar de gelo_`]
  Legenda: O barco Paratii ficou preso no gelo da Antrtida por vrios meses.
<R->
 
<20>
Explorao escrita

<R+>
1. Responda.
 a) Que tipo de texto  esse?
 b) Como se caracteriza esse tipo de texto? 
 c) E para que serve esse tipo de texto?
 d) Onde  comum encontrarmos esse tipo de texto?
 e) Em que outros veculos de comunicao, ou seja, em que outros lugares  comum vermos ou ouvirmos entrevistas?
 f) Pelas respostas dadas, como voc acha que  a personalidade de Amyr Klink?
 g) Das coisas que Amyr Klink contou, qual voc achou mais interessante? Por qu?
 
 2. Leia um trecho da resposta de Amyr Klink dada  segunda pergunta e escreva o que voc entendeu.
  " muito chato viajar e no trocar experincias com as outras pessoas.  a mesma coisa que no sair do lugar."
 3. Amyr Klink usou uma linguagem informal nas respostas que deu. Copie do texto dois exemplos dessa linguagem.
<R->

  Na sua opinio, a linguagem usada est adequada  revista que o entrevistou? Justifique sua resposta.

<21>
Produo

  O ano escolar est comeando. Que tal voc e um colega entrevistarem um professor ou funcionrio da escola para saber quais so as suas funes, h quanto tempo trabalha na escola, se gosta do que faz, que dificuldades encontra na profisso e outras curiosidades.
  Depois de prontas, as entrevistas sero expostas em um mural fora da sala de aula e vocs podero convidar os entrevistados para apreci-las.
  Para realizar a atividade, procedam da seguinte forma: 
<R+>
  escolham quem entrevistar;
  pensem no que gostariam de saber sobre o entrevistado;
  faam um rascunho das perguntas e s passem a limpo depois de rel-las, para verificar se esto claras; se necessrio, peam orientao ao seu professor ou a um colega.
<R->

  A preparao das perguntas  importante, mas podem surgir outras durante a entrevista, de acordo com as respostas dadas.
  Durante a entrevista, procurem no interromper a pessoa entrevistada quando ela estiver falando e, ao final, agradeam a colaborao do entrevistado.

<22>
<p>
Ateno!

  Quando conversamos com uma pessoa que tem a idade parecida com a nossa, como um amigo ou um irmo, falamos de um jeito mais descontrado e tratamos essa pessoa por *voc*.
  Mas quando no temos intimidade com essa pessoa ou ela  mais velha do que a gente, falamos de um jeito mais respeitoso e tratamos essa pessoa por *senhor* ou *senhora*.
  Ao transcreverem as falas do entrevistado, no se esqueam de que *falar  diferente de escrever*. Eliminem as hesitaes, as repeties e palavras como n, da e a, prprias da linguagem oral.

<23>
Ortografia  

<R+>
1. Descubra a palavra intrusa e copie-a. Justifique a sua deciso.
 a) xereta	
  enxame
  exame
  faixa
 b) exibio	
  exagero
  exigente
  complexo
 c) encaixar	
  prximo 
  experincia
  trouxe
 d) anexo 
  reflexo
  exposio
  complexo

2. Copie as palavras abaixo e, para cada uma, escreva outras trs palavras da mesma famlia.
 a) graxa
 b) caixa
 c) choro
 d) chatear
 e) lanche
 f) chefe
 g) mexer
 h) xingar
<R->
<p>
  O que voc observou para decidir se as palavras seriam escritas com *x* ou *ch*?
<R+>

3. Use o que voc aprendeu e reescreva as palavras, substituindo o  por *x* ou *ch*.
 a)  uteira	
 b)  urrascaria	
 c) a  ocolatado
 d) enfai  ado	
 e) pei  ada	
 f)  iadeira
 g)  icrinha	
 h) bo  echudo	
 i)  ateado
 j) bai  inho 	
 l) bru  aria 	
 m) co  inha
<R->

               oooooooooooo
 
<24>
<p>
Unidade 2

Antes da leitura

  Responda oralmente.
<R+>
 a) Voc j viu algum catlogo de produtos? Qual? 
 b) Que produtos normalmente so anunciados por catlogos?
 c) Na sua opinio, comprar produtos por catlogo  certeza de satisfao? Justifique.
<R->

<25>
Leitura 1

Vov comprou uma casa
  
  Quito e Lela iam passar o fim de semana no velho casaro que vov Tata tinha acabado de comprar.
  -- Fica muito longe, Tata? -- perguntou Lela, toda assanhada com a novidade.
  -- O vendedor disse que no, que era "logo ali", depois da "Curva Torta", no "Morro dos Ventos Uivantes", na cidade de... como  mesmo o nome? O vendedor disse que era um nome ndio.
  -- Voc nunca foi l, Tata? -- quis saber Quito, espantado.
  -- Ainda no. Eu comprei "pelo catlogo".
  Tata abriu o mapa rodovirio de So Paulo e foi seguindo com o dedo a linha vermelha da estrada principal. A estrada acabou e o dedo continuou por uma outra linha mais fina.
  -- Xiii! Acho que  longe -- reclamou Quito.
  -- Tambm, custou uma pechincha! -- explicou vov.
  -- O qu? -- perguntou Lela.
  -- Pechincha, preo baratinho no meu tempo. Um castelo daqueles, por preo de banana -- se defendeu Tata.
  -- S se for banana do seu tempo, v. A de hoje no est nada "pechincha" -- corrigiu Lela, imitando o jeito de falar da av e se torcendo de rir.
  O dedo de Tata continuou correndo pelo papel. J estava chegando ao fim do mapa, seguindo uma linhazinha fina que quase no dava para enxergar.
  -- Est aqui. A cidade se chama... Cafund.
  "Engraado", vov pensou. "No meu tempo, cafund queria dizer lugar perdido. Mas isso era no tempo em que a banana custava uma pechincha."
<26>
  -- Poxa, Tata! Isso fica no fim do mundo! -- gemeu Quito.
  -- Bobagem, crianas. Antigamente uma viagem at Santos era uma aventura! Hoje as estradas so todas asfaltadas, vocs vo ver. O vendedor disse...
  J estava quase na hora do almoo, quando vov Tata comeou a ficar aflita. Fazia meia hora que o asfalto tinha acabado e nada de chegarem  tal da Curva Torta!
  ()
  -- Olha a Curva Torta! Estamos chegando, Tata -- avisou Quito, se equilibrando no banco da frente.
  A estrada curvou, enrolou, deu n cego e desenrolou bem diante de uma ladeira enorme e empinada, com uma placa indicando: "Morro dos Ventos Uivantes".
  -- Chegamos -- suspirou Lela.
  -- Ainda no -- disse vov. -- Desce todo mundo, seno o carro no sobe. -- Tata avanou com o carro, Ana e as crianas foram atrs, a p.
  -- No estou vendo nenhuma cidade aqui por perto -- reparou 
 Ana, quando chegaram l em cima da ladeira.
  -- Mas o vendedor disse que tinha, no disse, Tata? -- caoou Lela.
  S se enxergava montanha, uma corcova atrs da outra, at l longe. Era montanha que no acabava mais!
  Foi ento que eles viram a 
<p>
casa. Vov, quando deu com aquilo, explodiu:
  -- Eu mato aquele vendedor!

<R+>
Las Carr Ribeiro. *Essa vida sem fantasmas no tem graa*. So Paulo, Moderna, 1995.
<R->
 
Las Carr Ribeiro

  Desde criancinha gosta de ler e escutar histrias. Um dia resolveu inventar histrias pra valer! Foi quando decidiu mandar para um jornal algumas das que havia criado, e qual no foi a sua surpresa quando elas comearam a ser publicadas.
  Hoje  autora de vrios livros, como: *P-com-salto, p-sem-salto*; *A estrela do viaduto*; *Papai Noel esteve aqui* e muitos outros. Tem at histrias da carochinha, daquelas que todo mundo conhece, recontadas do seu jeito. Vocs vo gostar.
 
<27>
Explorao escrita

1. Leia e responda.

  "Foi ento que eles viram a casa. Vov, quando deu com aquilo, explodiu:
  -- Eu mato aquele vendedor!"

  O que essa fala da vov leva o leitor a pensar?
 
<R+>
 2. Vov Tata foi enganada pelo vendedor. Na sua opinio, ela poderia ter evitado isso? Como?
 3. Leia um trecho do texto.
<R->

  "A estrada curvou, enrolou, deu n cego e desenrolou bem diante de uma ladeira enorme e empinada, com uma placa indicando: Morro dos Ventos Uivantes."

  A autora poderia ter escrito o mesmo trecho assim:
  Depois de muitas curvas, a estrada foi dar numa ladeira, onde havia uma placa indicando: "Morro dos Ventos Uivantes".
  Agora, compare os dois trechos e responda. 
  Que impresso passa ao leitor a forma escolhida pela autora para escrever o trecho?
 
4. Leia e responda.

  "-- Xiii! Acho que  longe -- reclamou Quito."
 
  Que impresso d ao leitor a repetio do *i* na palavra *xi*?

<28>
<p>
A palavra e o contexto

<R+>
1. No texto "Vov comprou uma casa" aparece a expresso *preo de banana*, que quer dizer preo baixo.
<R->

<F->
!::::::::::::::::::::::::::::::::
l  Esses grupos de palavras     _
l  so chamados de *expresses   _
l  idiomticas* e so utiliza-   _
l  dos no dia-a-dia, no bate-    _
l  -papo com os amigos e nas     _
l  conversas em famlia.         _
h::::::::::::::::::::::::::::::::j
<F+>

  Discuta com seus colegas sobre o que significam as expresses a seguir:

  chato de galocha	
  com a corda no pescoo	
  dar com os burros n'gua	
  fazer cavalo de batalha	
  pegar com a boca na botija
  ficar com o p atrs
  cozinhar galo
  morder a lngua
<p>
<R+>
2. Leia.
 a) "Desce todo mundo, *seno* o carro no sobe."
 b) *Se no* seguisse o mapa, teria dificuldades de encontrar a casa.
<R->

  Um desafio para a classe: Reescrevam as frases acima substituindo as palavras em destaque por outras de igual significado.

3. Leia.

  "Tata avanou com o carro, Ana e as crianas foram *atrs*, a p."
  -- Me! *Traz* a toalha, por favor.

<29>
  Observe: 
 atrs :> palavra que indica lugar
 traz :> verbo trazer
<p>
  Agora, reescreva as frases substituindo as palavras sublinhadas pelo seu antnimo.

<R+>
 a) Meu carro est estacionado *em frente* daquele prdio.
 b) O caminho *leva* a mudana.
 c) A professora *leva* os cadernos para corrigir.
 d) Os jornalistas ficaram *em frente* do palanque.

4. Leia.
 a) "-- No estou vendo nenhuma cidade aqui por perto -- reparou Ana, quando chegaram l *em cima* da ladeira."
 b) O avio est *acima* das nuvens.
<R->

  Converse com seus colegas sobre o significado das palavras em destaque e faa frases com elas.
<p>
*Dicas de leitura*

<R+>
  *T vendo uma velhota de culos, chinelo e vestido azul de bolinha, no porto daquela casa?*
  Ricardo Azevedo -- Editora FTD
  *Porque na casa no tinha cho*
  Celso Sisto -- Editora 
  Dimenso
  *Carta errante, av atrapalhada, menina aniversariante*
  Mirna Pinsky -- Editora FTD
<R->

<30>
Leitura 2

  Vov Tata comprou uma casa pelo catlogo. Hoje, a compra de produtos por esse meio  uma prtica muito comum. Observe uma pgina de catlogo.
<R+>
 -- Plasvale -- Produtos plsticos
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<31>
Explorao oral

 1 Para que serve o catlogo ao lado? 
<p>
 2 Na sua opinio, que vantagens e que desvantagens apresenta a compra por catlogo?

Explorao escrita

1. Leia e responda.
  de R$3,69 por R$2,99
 a) Qual  o objetivo de o preo aparecer assim?
 b)  comum vermos preos com fraes de real elevadas, por exemplo, R$2,99 em vez de R$3,00. Que impresso isso causa no consumidor?

2. Responda.
 a) Que vantagem a compra de dois copos oferece ao consumidor?
 b) E ao vendedor?
 c) De acordo com esse catlogo, o consumidor pode escolher as cores de todos os produtos? Justifique sua resposta.
 d) Voc conhece algum que j comprou alguma coisa por catlogo? Se a resposta for sim, conte qual foi o produto e se o consumidor ficou satisfeito ou no.
<R->

<32>
Leitura 3

  No texto da Leitura 1, vov Tata usou um mapa rodovirio para chegar at a casa.
  Observe o mapa _`[{no transcrito_`] da Serra Gacha, situada no Estado do Rio Grande do Sul, e a legenda.

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

  Responda oralmente s perguntas de seu professor.

<33>
Vamos recordar

1. Leia.

  -- Quantas patas tem o cachorro? -- perguntou a professora ao aluno da primeira fila.
  -- Quatro. -- respondeu o menino.
  -- Ento como se chama?
  -- Quadrpede -- falou o menino, com ar de satisfao e uma pontinha de orgulho.
  -- Bravo! E voc, quantos ps tem?
  -- Dois.
  -- E como se chama?
  -- Juquinha.

  Voc observou que na piadinha apareceu as falas do narrador, da professora
e do Juquinha. Discuta com seus colegas e escreva a quem pertence as falas:
<R+>
 a) Quantas patas tem o cachorro?
  -- Ento como se chama?
  -- Bravo! E voc, quantos ps tem?
  -- E como se chama?
 b) -- Quatro
  -- Quadrpede
  -- Dois
  -- Juquinha
<p>
 c) -- perguntou a professora ao aluno da primeira fila.
  -- respondeu o menino
  -- falou o menino, com ar de satisfao e uma pontinha de orgulho.
<R->

  Responda.
  Que sinal grfico indica a fala do narrador quando esta aparece no meio da fala da personagem?
 
<R+>
2. Agora, reescreva a piadinha mudando a posio da fala do narrador.
  Comece assim:
<R->
  
  A professora perguntou ao aluno da primeira fila:
  -- Quantas patas tem o cachorro?
  O menino respondeu:
  -- Quatro.

<34>
<p>
Leitura 4

<R+>
_`[{duas propagandas transcritas a seguir_`]
 1: Vendo carro batido. Se eu no contasse voc nunca descobriria, 
porque a funilaria foi muito bem-feita. Na poca, aproveitei e
mandei consertar tambm dois pequenos pontos de ferrugem. 
Estou precisando muito do dinheiro e, se voc se aproveitar da
situao, vai fazer um excelente negcio.
   Tratar com Gilberto 
  Dimenstein f.: 785-8233
   Algumas pessoas so to sinceras que s poderiam escrever na 
Folha. 
  No d pra no ler. 
 2: Vendo apto. supostamente localizado no Morumbi (Na verdade,  no Jardim Matilde)
  Sofisticado sistema de segurana na portaria. Importantssimo, j que o bairro anda meio barra-pesada. Sala com lareira (nunca acenda, porque enfumaa tudo). O vizinho do lado  excelente pessoa, principalmente se voc tambm gostar de tuba. Visitas em qualquer dia e horrio. Menos quinta de manh, porque tem feira na rua.
  Tratar com Jnio de Freitas. F.: 785-1422
  Algumas pessoas so to sinceras que s poderiam escrever na Folha. 
  No d pra no ler.

Folha de S. Paulo

<35>
Explorao oral

 1 Quem quer vender algum produto faz anncios desse tipo? Por qu?
 2 Que produto essas propagandas querem vender?
 3 E qual foi a inteno do jornal *Folha de S. Paulo* ao fazer a propaganda dessa forma?
<p>
Pesquise

 1. Pesquise em jornais e revistas a seo de classificados e traga essa parte do jornal ou da revista para a escola.
 2. Conte para os seus colegas como so organizados os anncios.
 3. Escolha alguns anncios.
 4. Converse com seus colegas e responda.
  Qual  a principal diferena entre anncios de classificados e os anncios da Leitura 4?
 5. Voc deve ter reparado que so comuns, nos anncios, as palavras abreviadas. Isso acontece porque eles so cobrados por linhas, ou seja, quanto mais linhas tiver o anncio, mais caro ele fica.
  Comente com seu professor e colegas as abreviaturas existentes nos anncios que voc pesquisou. Seu professor vai registrar na lousa as abreviaturas e seus significados. Copie.
<R->

  Na sua opinio, o uso das abreviaturas interfere na clareza do anncio? Justifique a sua resposta.

<36>
Produo

  Imagine que voc e seus colegas trabalham na redao de um jornal e foram encarregados de montar o caderno de classificados com os seguintes itens:

casas	 
 apartamentos	 
 terrenos	 
 lojas	 
 carros
 brinquedos
 mveis usados
 aparelhos de som

  Seu professor vai dividir a classe em grupos de trs a quatro alunos e, por sorteio, distribuir os itens entre os grupos formados. Cada aluno ficar incumbido de produzir pelo menos trs anncios.
  Usem o que vocs j sabem: os anncios so escritos com poucas palavras e algumas abreviaes, e devem ficar dispostos em colunas.
  Veja algumas dicas de como fazer um bom anncio.
  
Big Folha

  Como escrever um bom anncio:
<R+>
 1 -- Como ttulo, use o equipamento ou servio oferecido.
 2 -- D o mximo possvel de informaes.
 3 -- Sempre use abreviatura.
 4 -- Mencione o horrio que voc estar atendendo.
<R->
  
  Leia e releia o anncio que voc produziu, para verificar se as informaes so claras e suficientes para descrever o produto e atrair o consumidor.
  Tudo pronto,  hora de montar o caderno de classificados  parte. Para isso, renam os anncios e colem em folhas  parte, separados por produto. O alto da primeira pgina deve conter o ttulo Classificados.
  Por fim, grampeiem as folhas e escolham um local para expor o trabalho da turma.

<37>
Leitura 5

Banheiro

<R+>
_`[{uma criana apaga, com lquido corretivo, a saia da boneca do
cartaz, que indica ser ali o banheiro feminino. Abaixo, l-se_`]
  A diretoria da escola adverte: *Toque Mgico*  um produto 
no-txico. timo para corrigir seus erros. O uso indevido pode
causar notas baixas.  
  *Toque Mgico*. Quem quer corrigir, pe a mo aqui. (embalagem do produto)

<38>
<p>
Explorao escrita

1. Responda.
 a) A qual pblico-alvo est direcionada essa propaganda? 
 b) A  imagem e os dizeres escolhidos atingem o pblico-alvo? Por qu?
 c) O que primeiro chamou sua ateno: a imagem ou o que est escrito na propaganda?
 d) Na sua opinio, por que as propagandas geralmente usam poucas palavras e uma imagem marcante?

2. A mensagem escrita da propaganda em estudo  semelhante s advertncias contidas, obrigatoriamente, nos anncios de cigarro. Veja.

O ministrio da sade adverte:
  fumar pode causar doenas do 
  corao e derrame cerebral.
<p>
O ministrio da sade adverte:
  evite fumar na presena de crianas.

O ministrio da sade adverte:
  fumar pode causar cncer do 
  pulmo, bronquite crnica e 
  enfisema pulmonar.

O ministrio da sade adverte:
  fumar durante a gravidez pode prejudicar o beb.
<R->

  Responda.
  Na sua opinio, qual foi a inteno do autor da propaganda ao produzir o texto da forma que o fez?
 
<R+>
3. Para anncios de rdio e televiso as empresas de propaganda costumam criar msicas falando dos produtos que desejam divulgar. Essas msicas so chamadas de *jingles*.
  Junte-se a trs colegas, procurem se lembrar de um *jingle* e escreva a letra.
<R->
<L>
<39>
 Produo

  Junte-se a mais trs colegas e imaginem que vocs fazem parte de uma empresa de publicidade e foram encarregados de criar a propaganda de um produto para revista e um jingle para ser tocado em rdio.
  Caprichem! O trabalho ser apresentado para a turma, na data combinada com seu professor.
  
  Antes de fazer a propaganda da revista, pensem:
  -- quem  o pblico-alvo do produto que vocs vo criar (que produto seria consumido, aceito e desejado por esse pblico);
  -- que produto  esse;
  -- no nome que ele ter (que nome chamaria a ateno desse consumidor);
  -- na embalagem (forma, cores e tamanho das letras).
  Desenhem o produto numa folha  parte. Se preferirem, podem usar material de sucata.

  Para produzir a propaganda da revista, pensem: 
  -- na linguagem a ser utilizada (que linguagem seria adequada para atingir o pblico-alvo: formal, informal ou gria);
  -- numa frase de efeito;
  -- no tamanho e na cor das letras que sero usadas; 
  -- se, alm da imagem do produto, vo aparecer outros elementos, como objetos, pessoas, animais etc.

  Para o *jingle*, pensem:
  -- na letra da msica, que deve ser curta e falar bem do produto;
  -- na msica, que deve ter um ritmo gostoso de se ouvir e ser de fcil memorizao.

<40>
Ortografia

<R+>
1. Pesquise no dicionrio e copie o mximo de palavras comeadas por:
 a) en + ch	
 b) en + x
<R->
<p>
  Responda.
  A que concluso voc chegou em relao  quantidade de palavras que so escritas com *ench* e *enx*?

<R+>
 2. Continue pesquisando palavras no dicionrio. Agora, comeadas com *ch* e com *x*.
<R->

  Responda.
  No seu dicionrio h mais palavras comeadas com *ch* ou com *x*? 
  Retire do seu dicionrio trs palavras comeadas com *ch* e faa uma frase.

<R+>
3. Reescreva as palavras substituindo cada  por uma vogal.
 a) c   xote	
 b) f   xe	
 c) am   xa	
 d) p   xo
 e) tr   xa	
 f) p   xe	
 g) d   xa	
 h) fr   xo
<R->

  Responda.
  Que letra aparece depois do encontro voclico, *x* ou *ch*? 
 
  Use o que voc aprendeu e descubra que letra substitui o .
 a) cai  a	
 b) fai  a	
 c) quei  o	
 d) deslei  ado
 e) bai  o	
 f) madei  a	
 g) apai  onado	
 h) rou  inol

<41>
Gramtica

<R+>
1. Ditem as palavras abaixo para que seu professor as registre na lousa. Ao ditarem cada palavra, devero dizer se ela  ou no acentuada. Sendo a palavra acentuada, mencionem a slaba tnica e o tipo de acento.
  cafe -- jacare -- calor -- 
  jabuti -- urubu -- feliz -- 
  porem -- gambas 
-- maracuja -- javali -- amor -- robo -- 
  fregues -- avental -- refens 
-- amendoim -- carijo -- cafune -- vovo -- jornal -- voces -- 
  cartum -- bombons -- aprendiz -- ipe -- cipo -- dedal -- juiz
<R->
 
  Responda.
  O que essas palavras tm em comum?
  Agora, copie as palavras registradas na lousa pelo seu professor, separando-as em dois grupos.
 a) Oxtonas acentuadas	
 b) Oxtonas no acentuadas
 
  Observe nas palavras que voc copiou a ltima letra de cada oxtona acentuada. Se a ltima letra for *s* ou *m*, observe a letra anterior a ela tambm.
  Responda.
  Com que letra terminam as palavras oxtonas acentuadas?

<42>
<p>
<R+>
2. A partir das atividades realizadas, estabelea, junto com seu professor e colegas, uma regra para a acentuao das palavras oxtonas.
 3. Pesquise e traga na prxima aula dez palavras oxtonas, acentuadas ou no.
 4. Junte-se a um colega e faam um ditado dessas palavras, um para o outro. Usem o que vocs aprenderam para acentuar ou no as palavras.
<R->

Vamos recordar

<R+>
1. Leia e responda.
 balo amarelo: msica, frmica, ginstica
 balo azul: madeira, chocolate, caneta
 balo verde: forr, maracuj, bal
  Em relao  tonicidade, como so classificadas as palavras dos bales:
 a) verdes?	
 b) azuis? 
 c) amarelos? 
<p> 
2. Reescreva as frases substituindo o  por palavras dos bales do exerccio 1 de acordo com a indicao entre parnteses.
 a) O picol  de ? Oba! (oxtona) 
 b) Ouvimos  a tarde toda. (proparoxtona)
 c) O armrio da cozinha  de . (paroxtona) 
 d) Voc faz  todos os dias? (proparoxtona) 
<R->

               oooooooooooo

<43>
<p>
Unidade 3

Antes da leitura

   comum o nome das personagens de histrias infantis estar relacionado com a aparncia, o temperamento e as atitudes.

  Responda oralmente.
<R+>
 a) Por que as personagens abaixo receberam esses nomes?
  Branca de Neve -- Lobo Mau
  Chapeuzinho Vermelho -- Bruxa Malvola
  Casco -- Menino Maluquinho
 b) Que outras personagens de histrias infantis voc conhece cujo nome est ligado  aparncia, ao temperamento ou s atitudes?
<R->

  A histria que voc vai ler tem como principal personagem um homem chamado *Pedro Malasarte*.
<p>
  Responda oralmente.
  Por que voc acha que ele tem esse nome? 

<44>
Leitura 1

Aventuras de Pedro Malasarte

  Ah, ms de abril que delcia de existir! Tambm para Pedro 
 Malasarte.
  Vou contar: como o pai tinha morrido, a me dividira em pedaos a casa toda, dando-os a cada filho. A Pedro Malasarte coube uma porta. Ele pensou: com esta porta conquistarei o mundo. Realmente, em breve viu um urubu pousado num burro morto. Mais que depressa jogou a porta em cima deles -- e como o urubu ficou manco, foi fcil peg-lo. Para que queria ele um urubu? L disso sabia ele. E quando sentiu no ar os eflvios de um jantar magnfico, bateu  porta da casa de uma senhora, gulosa e sabida, que estava preparando para si mesma um banquete, escondido do marido que fora viajar. Malasarte foi irritadamente expulso pela sabidona e sua criada. Ento, com o auxlio da porta encostada na parede, subiu ao teto e de l viu embaixo comida boa para valer. Tinha leito assado, peru, e tudo o mais que delicia um homem. Foi quando o marido chegou, inesperadamente. A mulher matreira lamentou-se: se eu soubesse que voc vinha eu preparava coisa boa de se comer, mas como no te esperava s tenho carne-seca, feijo ralo e farinha morrinhenta...
  A, Malasarte apresentou-se de novo com o seu urubu, sabendo que o marido no lhe recusaria um pouco do minguado jantar. Mal comeara a comer quando Malasarte deu, bem disfarado, uma cutucada no urubu, que gemeu.
<45>
  -- Por que  que ele est se lamentando? perguntou o dono da casa.
  -- Est me dizendo umas novidades, respondeu Malasarte. O meu urubu, ao contrrio dos outros, fala e est me contando que sua mulher lhe guardou um leitozinho assado de surpresa...
  A mulher teve medo de 
 Malasarte e disse: oh, urubu danado, estragou a surpresa! Tenho mesmo este leitozinho para voc...
  Daqui a pouco o urubu gemeu de novo, o que fez Malasarte dizer:
  --  urubu intrometido, pra de me contar!
  -- O que  que ele est contando?
  -- Que tem peru recheado.
  -- Meu maridinho, essa era a outra surpresa que o urubu desaforado estragou. Mas coma um pouco deste peru. E tenho doces, frutas, bebidas...
  Como era 1 de abril, dia de se enganar os outros, Malasarte vendeu o precioso urubu ao dono da casa para lhe servir de espio.
  Bem alimentado, Malasarte 
<p>
prosseguiu caminho com a porta debaixo do brao.
  
<R+>
Clarice Lispector. *Como nasceram as estrelas -- doze lendas brasileiras*. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1987.
<R->

Clarice Lispector

   uma importante escritora da literatura brasileira. Seu estilo  dramtico e marcado por uma ironia inteligente.
  Nascida na Ucrnia, em 1925, veio com os pais para o Brasil quando tinha apenas um ano de idade. Passou a infncia no Recife e, em 1936, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde formou-se em Direito.
  Estreou como escritora com a obra *Perto do corao selvagem*, seguindo-se *O lustre*, *A cidade sitiada*, *A ma no escuro*, *A hora da estrela*, entre outras. 

<46>
Explorao oral

  O texto "Aventuras de Pedro Malasarte"  uma narrativa. 
  Narrar  contar um acontecimento, um fato verdadeiro ou imaginrio, possvel ou impossvel de acontecer, envolvendo uma ou mais personagens.
<R+>
 1 Nesse texto, o narrador  personagem da histria? 
 2 Como voc comprova a resposta anterior? 
 3 Quem so as personagens da histria?

Explorao escrita

1. Responda.
 a) Existe relao entre o nome Pedro Malasarte e suas atitudes? Justifique a sua resposta.
 b) Qual foi a reao de Pedro Malasarte ao receber uma porta como herana?
 c) Na sua opinio, Malasarte sabia desde o incio o que iria fazer com a porta?
 d) Que caracterstica emocional marcante voc pode atribuir:
   senhora? 
  ao marido? 
 e) Na sua opinio, o marido acreditou que a mulher havia preparado um banquete para lhe fazer uma surpresa? Justifique a sua resposta.

<47>
2. Responda.
 a) O que voc achou da atitude da mulher para com o seu marido? Justifique a sua resposta.
 b) E da atitude de Malasarte para com a mulher? Justifique a sua resposta. 
 
3. Leia o ltimo pargrafo da histria.
<R->

  "Bem alimentado, Malasarte prosseguiu caminho com a porta debaixo do brao."
<p>
  Relacione esse pargrafo com o ttulo da histria.
 
<R+>
4. Voc j sabe que, na histria "Aventuras de Pedro 
  Malasarte", o narrador no  personagem. Veja como ele conta este trecho da histria.
<R->
  
  "A, Malasarte apresentou-se de novo com o seu urubu, sabendo que o marido no lhe recusaria um pouco do minguado jantar. Mal comeara a comer quando Malasarte deu, bem disfarado, uma cutucada no urubu, que gemeu."
  
  Agora, reescreva o trecho como se Malasarte fosse o narrador, isto , na 1 pessoa do singular.
  Compare a sua resposta com a do seu colega ao lado. Depois, discutam a soluo dada com seu professor. Se necessrio, reformule a sua resposta.
  Nesse trecho, que palavra poderia substituir *A*?
 
<48>
A palavra e o contexto
 
<R+>
 1. Releia o texto e copie as palavras que voc no conhece. Procure descobrir o significado, lendo novamente o trecho em que a palavra est inserida. Se tiver dificuldade, consulte o dicionrio.
 2. Leia.
 A) "--  urubu intrometido, *pra* de me contar!"
 B) "(...) Malasarte vendeu o precioso urubu ao dono da casa *para* lhe servir de espio."
<R->

  Converse com seu professor e colegas sobre as palavras destacadas em A e B. Comparem e discutam a diferena entre elas e por que isso acontece
  Use o que voc aprendeu e copie os ttulos de notcia abaixo acentuando a palavra *para* quando for necessrio.
<R+>
 a) Centro de artes abre curso de msica para crianas
 b) Temporal para o trnsito em So Paulo
 c) Seleo para de treinar neste fim de semana
 d) Nova lei prev a obrigatoriedade de rampas de acesso para deficientes

3. Faa frases com as palavras.
 a) para 	
 b) pra 
<R->

<49>
A questo 

Mentir: sim ou no?

  Leia alguns depoimentos.

*Sim*

  "*Muitas vezes * necessrio mentir para no levar bronca."
  "Na minha opinio, a mentira s vale a pena em casos especiais, *como, por exemplo*, para evitar magoar uma pessoas."
  "A mentira pode ser uma boa sada para se livrar de um problema, *alm disso*, ajuda a gente a se defender."

*No*

  "*s vezes * necessrio mentir para escapar de um problema, *mas* no vale a pena."
  "Mentir no  bom. *E mais*, se voc for descoberto, as pessoas passaro a no acreditar mais em voc, mesmo quando falar a verdade."
  "No se deve mentir, *pois*, quando falar a verdade, ningum vai acreditar."
  "A mentira vicia, engana as pessoas e tem pernas curtas. *Por tudo isso*,  prefervel dizer sempre a verdade, doa a quem doer."

  Discuta o tema com seus colegas. Depois escreva a sua opinio. Use algumas palavras que esto destacadas nas frases acima. Por fim, organize com seus colegas o mural de opinies sobre a mentira. 
 
<50>
Leitura ouvida

  Quando a escritora Luciana Sandroni leu a histria original "Riqu do Topete", de Charles Perrault, percebeu que aquele conto de fadas poderia ser reescrito com muito humor. A, nasceu "A histria do prncipe sabido e da princesa deslumbrante", que seu professor vai ler. Se voc ficar curioso para conhecer o livro, ele est indicado na seo *Dicas de leitura*.
  Oua com ateno, para descobrir o que pode acontecer quando um prncipe inteligente, mas muito feio, encontra uma encantadora princesa, mas muito burra.

<R+>
1. Responda.
 a) A histria foi contada em prosa ou em verso? Como voc descobriu isso?
<p>
 b) Que motivo levou a princesa a fugir para a floresta?
 c) E por que o prncipe fez a mesma coisa?
<R->
 
2. Leia e responda.

 "J ia quase me 
 esquecendo 
 que aqui tambm tinha 
 um porm: 
 os dotes dela vo sobrar 
 para aquele com quem 
 ela se casar!"

<R+>
 a) Que dote tinha a princesa?
 b) E que dote tinha o prncipe?
 
3. Conte com suas palavras o final da histria. 

<51>
 4. Leia.

 "Mas uma fada encantada
 que por l passava
 disse para a rainha no se descabelar,
 porque o prncipe, apesar de esquisito,
 ia ser muito sabido
 e a todos ia ensinar."
<R->

  A escolha das palavras num texto  muito importante, pois elas ajudam a criar o clima desejado pelo autor. Na estrofe acima, a autora poderia ter usado *se desesperar*, em lugar de *se descabelar*.

  Responda.
  Na sua opinio, qual o motivo da escolha feita pela autora?
 
<R+>
 5. Seu professor vai reler as estrofes em que aparecem os gritos das rainhas. Como voc acha que podem ser escritos esses gritos? 
  Registre.
  Agora, seu professor vai escrever na lousa os gritos das rainhas, conforme aparecem no texto. Voc vai observar que a autora usa o exagero como recurso. Que efeito isso causa em voc, leitor?
<R->

*Dicas de leitura*

<R+>
  *A histria do prncipe sabido e da princesa deslumbrante*
  Luciana Sandroni -- Editora Salamandra
  *Riqu do Topete*
  Charles Perrault -- Editora Kuarup
  *Coleo Era outra vez*
  Ruth Rocha -- Editora FTD
<R->

<52>
Produo

  Reescreva "A histria do prncipe sabido e da princesa deslumbrante" em prosa, ou seja, com pargrafos. Seu texto ser exposto no mural e lido pelos colegas.
  Lembre-se de que toda narrativa, tanto em prosa quanto em versos, deve ter: 
<p>
<R+>
Personagem: Principal componente da narrativa. Ela ser a base para a construo da histria.
 Espao:  onde a histria se passa.
 Enredo:  o conjunto de acontecimentos que fazem a histria.
 Narrador: Pode ser personagem e participar da histria ou ser apenas aquele que observa e conta os fatos.
 Tempo:  a ordem cronolgica dos fatos da histria. Eles devem encaminhar para o desfecho.
<R->

  Ao escrever o seu texto, observe as seguintes etapas:
<R+>
  Faa primeiro um rascunho e, antes de pass-lo a limpo com letra legvel, verifique se manteve as mesmas personagens e se seu texto seguiu a ordem da histria original.
  Releia o texto, agora para verificar se h palavras repetidas, se poderia usar sinnimos e se usou muitas vezes as palavras *a*, *da* ou *ento*. Geralmente, essas palavras podem ser eliminadas, sem prejuzo da idia. Quando elas no puderem ser eliminadas, devem ser substitudas por sinais de pontuao, pargrafos ou palavras como *logo*, *mas*, *foi quando* etc.
  Mostre seu texto para o professor. Ele vai discutir com voc as possveis mudanas para torn-lo ainda melhor. Depois, passe-o a limpo.
<R->

<53>
Ortografia

1. Leia e responda.

<R+>
exame -- exlio -- exmio -- exalta -- exibio
<R->
		
  Que som tem a letra *x* nessas palavras?
  Procure no dicionrio palavras comeadas com *ex* + *vogal*. Seu professor vai pedir a alguns alunos para fazerem a leitura dessas palavras.
<p>
<R+>
2. Consulte novamente o seu dicionrio e verifique se h alguma palavra em nossa lngua iniciada por *ez* + *vogal*.
<R->

  Escreva o que voc descobriu.
  Responda.
  E em que essa descoberta vai ajud-lo quando tiver de escrever palavras comeadas com esses sons?
  Copie as palavras abaixo substituindo o  pela letra que est faltando.
<R+>
 a)   ito	
 b) e  agero	
 c) e  ibido	
 d) e  rcito
 e) e  erccio	
 f) e  emplo	
 g) e  ecutivo	
 h) e  igente
<p>
3. Liste dez palavras que voc costuma errar mais, destacando o erro, e, ao lado, registre o jeito certo de escrev-las. Assim:
 Palavras que eu costumo errar.	
 Jeito certo de escrev-las.
<R->

<54>
Gramtica

<R+>
1. Procure vinte substantivos em folhetos, propagandas, cartazes, cartes, convites, anncios, manchetes etc. e traga para a sala de aula na data combinada com seu professor.
 
2. Rena-se a mais trs colegas e disponham as palavras pesquisadas de forma que o grupo possa l-las. Discutam as questes abaixo com seu professor e registrem as descobertas.
 a) Todos os substantivos tm gnero?
 b) Para todos os substantivos h uma forma no masculino e outra no feminino? 
<R->
<p>
  Retire, da amostra do grupo, e copie substantivos separando-os em: 
 masculino -- feminino

<R+>
 3. Alguns substantivos que so nomes de animais tm formas diferentes para o masculino e para o feminino. Veja: 
 boi -- vaca 
 leo -- leoa
  Escreva mais quatro exemplos.
 4. Leia. 
 mosca -- girafa -- aranha -- tatu
<R->

  Converse com seu colega ao lado e responda.
  Que palavras so usadas para indicar o sexo desses animais?
  Escreva o nome de mais quatro animais que necessitam das palavras *macho* e *fmea* para distinguir o sexo.
 
<55>
<p>
<R+>
5. Leia e copie o ttulo de uma reportagem.
<R->

  Jornalista engoliu uma mosca ao vivo

  Responda.
  Quem engoliu a mosca: um homem ou uma mulher?
  Ento, leia a reportagem e descubra.

  Quem no se arrepia s de pensar na possibilidade de engolir um inseto? Pois foi isso o que aconteceu com um jornalista britnico. Segundo ele, tudo aconteceu por acaso. Durante uma transmisso ao vivo de um telejornal, uma desagradvel mosca entrou sorrateiramente na boca do jornalista. Entre cuspir ou engolir o inseto, ele optou por engolir. O jornalista disse que cuspir a mosca no agradaria os telespectadores, que 
<p>
poderiam ficar to enojados quanto ele. Coisas da profisso!

<R+>
Revista *Z*, ano 3, n.o 24. Agosto/1998.
<R->

  Agora copie da reportagem as palavras que ajudaram voc na descoberta.

<R+>
6. Reescreva as frases mudando o gnero das palavras destacadas.
 a) *Os* fs, *eufricos*, no paravam de gritar.
 b) *A* dentista ficou *satisfeita* com o resultado do exame.
 c) *O* gerente, *bravo*, demitiu a funcionria.
 
<56>
7. Copie da lista abaixo apenas os substantivos que tm uma s forma para o feminino e para o masculino.
  pianista -- espio -- lder -- imigrante -- jovem -- cantora -- solteiro -- cliente -- indgena -- dentista -- caador -- padrasto -- selvagem -- patro -- frade -- fiscal -- gerente -- jornalista -- f -- genro -- ator -- nadador -- colega -- 
  estudante

8. Leia e copie.
<R->

  *As* crianas *cantoras* recebem prmios.
 
  Responda.
  As palavras em destaque permitem saber se as crianas so do sexo masculino ou feminino?
 
  Agora, copie substituindo o  por um nome de menino e um nome de menina.
<R+>
 a) A criana que ganhou o #,o prmio chama-se 
 b) A criana que ganhou o #;o prmio chama-se 

9. Conhea alguns substantivos que se referem tanto a seres do sexo feminino, quanto do sexo masculino.
<p> 
<F->
!::::::::::::::::::::::::::::::::
l  criana carrasco monstro      _
l  criatura pessoa beb          _
l  indivduo defunto testemunha  _
l  cnjuge animal vtima dolo   _
l  alvo traste algoz             _
h::::::::::::::::::::::::::::::::j
<F+>
<R->

<57>
  Agora copie as frases colocando no lugar do  um dos substantivos do quadro.
<R+>
 a) A  foi  delegacia.
 b) Voc  a  que mais me compreende.
 c) O  do filme tinha olhos assustadores!
 d) O  est aprendendo a engatinhar.
 e) O  tem sempre razo -- disse o gerente.
<R->
   
Vamos recordar

  Foram retirados do texto abaixo alguns sinais de pontuao. Leia com ateno. Copie-o pontuando e organizando em dois pargrafos. Use letra maiscula sempre que necessrio.

  Os macacos esto entre os bichos mais brincalhes e espertos do mundo eles vivem fazendo acrobacias e so muito curiosos por isso, gostam de ficar mexendo em objetos e observando tudo que encontram estudos revelaram que vinte e cinco espcies de macacos esto ameaadas de extino em todo o mundo algumas delas so brasileiras: o mico-leo-dourado, o mico-leo-preto e o mico-leo-da-cara-preta.
  
<58>
<R+>
Leitura 2

Trem de ferro

 Caf com po
 Caf com po
 Caf com po

Virge Maria que foi isso maquinista?
<p>
 
 Agora sim
 Caf com po
 Agora sim
 Voa, fumaa
 Corre, cerca
 Ai seu foguista
 Bota fogo 
 Na fornalha
 Que eu preciso
 Muita fora
 Muita fora
 Muita fora

O...
 Foge, bicho
 Foge, povo
 Passa ponte
 Passa poste
 Passa pasto
 Passa boi
 Passa boiada
 Passa galho
 De ingazeira
<p>
 
 Debruada
 No riacho
 Que vontade
 De cantar!

O...
 Quando me prendero
 No canavi
 Cada p de cana
 Era um ofici
 O...
 Menina bonita
 Do vestido verde
 Me d tua boca
 Pra mat minha sede 
 O...
 Vou mimbora vou mimbora
 No gosto daqui
 Nasci no serto
 Sou de Ouricuri
 O...

Vou depressa
 Vou correndo
 Vou na toda
 Que s levo
 Pouca gente
 Pouca gente
 Pouca gente...

Manuel Bandeira. *Seleta em prosa e verso*. Organizao, estudos e notas de Emanuel de Moraes. Rio de Janeiro, Jos Olympio, 1986.
 
<59>
Explorao oral

1 Voc j sabe que cada linha de um poema chama-se *verso*. Quantos versos tem esse poema?
 2 No poema, os versos so organizados em *estrofes*. Retire do poema "Trem de ferro" uma estrofe formada de trs versos e outra formada de apenas um verso.
 3 Poesia  mais que versos, rimas, estrofes e ritmo. Poesia  emoo. 
  Voc gosta de poesia? 
<R->
<p>
Explorao escrita

1. Leia e responda.

"Caf com po
 Caf com po
 Caf com po
 (...)
 Muita fora
 Muita fora
 Muita fora
 (...)
 Pouca gente
 Pouca gente
 Pouca gente..."

  Que impresso d ao leitor a repetio dos versos acima?

<R+>
2. Junto com seus colegas, releiam o poema "Trem de ferro".
<R->

<60>
  Responda.
<R+>
 a) Na sua opinio, a repetio dos versos da primeira estrofe sugere que o trem est andando rpido ou devagar?
<p>
 b) Qual  a estrofe que sugere o som do apito do trem?
<R->

  Escreva, na sua opinio, o que significa a expresso: O...

<R+>
 3. Leia e responda.

"Foge, bicho
 Foge, povo
 Passa ponte 
 Passa poste
 Passa pasto
 Passa boi 
 Passa boiada"
<R->

  Na sua opinio, a repetio de palavras no comeo dos versos passa a idia de que o trem estava andando rpido ou devagar?
 
<R+>
4. No poema, algumas palavras foram escritas do jeito que se fala. 
  Copie essas palavras e escreva ao lado de cada uma como seriam escritas na norma culta.
<R->

Outra maneira de ler

  Voc percebeu que a inteno de Manuel Bandeira foi reproduzir no poema o ritmo de uma locomotiva saindo lentamente da estao, apitando, andando rpido, ganhando o mundo...
  Seu professor vai dividir a classe em grupos para fazerem a leitura do poema, imitando o ritmo da locomotiva.

               oooooooooooo
<61>
<p>
Unidade 4

Antes da leitura

  Observe a descrio da ilustrao.

<R+>
_`[{desenho de um menino brincando com um boneco feito de carretel de linha vazio, sementes, gravetos, botes, etc_`]

  Responda oralmente.
 a) O que a criana est fazendo?
 b) Voc acha possvel uma criana se divertir brincando com pedrinhas, gravetos e latas? Por qu?
 c) Na sua opinio, por que algumas crianas brincam com esses materiais? 
<R->

<62>
<p>
Leitura 1

O segredo

  A caixa do Fasca tinha um segredo que os outros guris queriam descobrir. Certas horas do dia, a praa estava deserta. Os engraxates aproveitavam para brincar de pegador ou fazer estripulias. Fasca sentava-se  sombra de uma rvore e colava o ouvido na caixa. Se algum se aproximava para perguntar o que ele estava ouvindo, Fasca ia embora. Os guris ficavam de longe, espiando o jeito do Fasca. Parecia que ele ouvia rdio.
  O interessante  que Fasca gostava mesmo de msica. Uma tarde, ficou muito tempo  porta de uma loja de discos, e por causa disso deixou de ganhar dinheiro. Quem sabe ele tinha um rdio escondido dentro da caixa? S podia ser isso. Com certeza, roubou um rdio porttil. Se no roubou, gastou o dinheiro que devia ter deixado em casa.
  A curiosidade foi tanta, que pensaram em tirar a caixa do Fasca. Mas quem se atrevia a fazer isso? Foram ento dizer ao Gringo que o Fasca tinha um rdio escondido.
  Gringo era um homem que trabalhava numa cadeira de engraxate. Todos sabiam que ele era mau e desonesto. Chegaram a se arrepender quando Gringo perguntou onde estava o Fasca. Tarde, no entanto, porque 
<63>
Fasca podia ser visto no muito longe dali, ouvido colado  sua caixa, como se estivesse escutando msica.
  -- Foge, Fasca!
  No adiantou o grito de um dos guris. Ele estava to distrado que nem viu o perigo. Gringo tentou segurar a caixa. Fasca se defendeu como um gato brabo e deu-lhe pontaps. Gringo ficou irritado e deu um tapa no Fasca. A caixa caiu e se esparramaram as escovas e latas de graxa. Como no viu rdio algum, Gringo tratou de ir embora o quanto antes.
  Fasca no costumava chorar, mas agora tinha o rosto lavado de lgrimas. Apanhou humildemente suas coisas e meteu-as dentro da caixa.
  O sol estava ameno, os passarinhos cantavam nas rvores, as crianas comeavam a chegar para brincar nos balanos. Dentro em pouco, a praa estaria movimentada e Fasca teria muito trabalho. J no tinha mais tempo para raiva ou tristeza, toda ateno era pouca para no perder fregus.
  Antes de ir em direo a um senhor que estava lendo o jornal, Fasca levou a caixa ao ouvido. E sorriu, pois o grilo cantou duas vezes para dizer que ainda estava l dentro.

<R+>
Amaury Braga da Silva. *Um camelo no ltimo andar*. Curitiba, Criar, 1985.
<R->
<p>
Amaury Braga da Silva

  Nasceu na cidade do Rio 
 Grande (RS). Cursou jornalismo em Porto Alegre e, depois de formado, trabalhou como reprter e cronista nos jornais *Folha da Tarde* e *Correio do Povo* e na Rdio Guaba. 
  Mudou-se em 1969 para o Rio de Janeiro, onde foi redator por oito anos em trs das maiores agncias cariocas de propaganda. Em 1977, fixou residncia em Curitiba.
  Publicou *Um camelo no ltimo andar*, livro infanto-juvenil premiado pela FNLIJ, *O baile dos bichos* e a novela de fico para adultos O reencontro.

<64>
<R+>
Explorao oral

 1 Onde se passa a histria?
 2 Qual  a personagem mais importante da histria? Por qu?
 3 A caixa de Fasca tem um segredo. Que caixa era essa? 
 4 Em que Fasca trabalhava? 
 5 Na sua opinio, por que os companheiros de Fasca acharam que dentro da caixa havia um rdio? 
 6 Voc acha que, se o autor tivesse contado desde o incio que havia um grilo na caixa de Fasca, a leitura teria a mesma emoo? 
 7 Explique que sensao causou em voc esta forma de escrever.

Explorao escrita

 1. Escreva em que horrio do dia voc acha que se passa o comeo da histria.
 2. Releia as frases e responda.
<R->

  "Fasca se defendeu como um gato brabo e deu-lhe pontaps."
  "Fasca no costumava chorar, mas agora tinha o rosto lavado de lgrimas."
	
<65>
<R+>
 a) Que impresso causa a voc, leitor, a escolha das expresses *gato brabo* e *rosto lavado de lgrimas* pelo autor?
 b) Durante a leitura do texto, o que voc imaginou que havia na caixa?
 c) Voc achou o ttulo adequado? Por qu?
 
3. Releia o seguinte trecho do texto.
<R->

   "Quem sabe ele tinha um rdio escondido dentro da caixa? S podia ser isso. Com certeza, roubou um rdio porttil. Se no roubou, gastou o dinheiro que devia ter deixado em casa."

  Responda.
  Por que voc acha que os companheiros de Fasca fizeram esse julgamento a respeito dele?
<p>
A palavra e o contexto
 
Leia.

  Gringo era mau e *desonesto*.
   
  A palavra *desonesto*  formada pelo prefixo *des*, que significa ao contrria, e pela palavra *honesto*.
  Descubra o antnimo das palavras abaixo e escreva-o.
 a) humano 	
 b) herdar 
 c) habitado 	
 d) harmonia 
 e) honra 	
 f) hidratado 

<66>
Leitura 2

<R+>
_`[{cartaz. A ilustrao mostra uma criana, com um enorme feixe de 
cana nas costas, olhando uma bola que passava quicando.
Junto da ilustrao l-se o texto transcrito a seguir_`]
  Eliminao do trabalho infantil. Criana que trabalha compromete 
seu futuro.
 OIT -- Organizao Internacional do Trabalho.
 Programa Internacional para a Eliminao do Trabalho Infantil.
<R->

<67>
Explorao escrita

1. Releia.

  Criana que trabalha compromete seu futuro

  Discuta com seu professor e colegas e responda.
<R+>
 a) Como voc entendeu a afirmao acima?
 b) Voc concorda com isso? Por qu?

2. Leia.
<R->

  "Trabalho porque o pai precisa.  claro que eu gostaria mesmo  de estudar. Aqui a vida  muito ruim."

Geraldo -- 13 anos

  "Minha me recebe uma mixaria de aposentadoria e tenho trs irmos pequenos. Se eu no trabalhar, vamos viver de qu?"

Pedro -- 16 anos
 
<R+>
Revista *poca*. So Paulo, Globo, 1998.
<R->

  Discuta as questes seguintes com seus colegas e registre as concluses da turma.
<R+>
 a) Por que, na sua opinio, milhes de menores trabalham em vez de estar estudando? 
 b) Que solues poderiam ser apontadas para afastar a criana do trabalho e ingress-la na escola? 
<L>
<68>
 3. A Fundao Abrinq pelos Direitos da Criana, a *Folha de S. Paulo* (Folhinha) e a Marcha Global Contra o Trabalho Infantil promoveram um concurso de desenhos sobre o trabalho infantil. Conhea alguns dos desenhos vencedores publicados na *Folhinha* no dia 25/4/98.

_`[{bandeira brasileira com a frase trabalho infantil despencando da
faixa branca_`]
  Legenda: "Dem-nos a esperana de um mundo melhor sem peso do trabalho infantil"  o ttulo deste desenho, de Leomar T. Lee, 12, que mora em So Paulo.

_`[{uma placa redonda onde se v o mapa da Amrica do Sul;
sobre o mapa, aparece um menino cortando cana. 
  Representando o smbolo de proibido, o desenho de um lpis corta toda a figura_`]
  Legenda: Desenho vencedor, de Lincoln Tadeu do Nascimento, 10, que mora em Batatais, So Paulo.

_`[{abaixo da frase Marchemos com os nicos brinquedos que temos 
  Aparece o desenho de quatro crianas em fila: a 1 carrega uma
foice, a 2, uma enxada, a 3, um ancinho e a 4, a bandeira
brasileira_`]
  Legenda: Desenho "Marchemos", de Jssica Fernanda Lee, 8, que mora em Osasco (SP).
<R->

  Agora  a vez de voc e seus colegas criarem cartazes com desenhos sobre o mesmo tema.

<69>
Leitura comparada

  Releia um trecho do texto "O segredo".

  "O sol estava ameno, os passarinhos cantavam nas rvores, as crianas comeavam a chegar para brincar nos balanos. Dentro em pouco, a praa estaria movimentada e Fasca teria muito trabalho. J no tinha mais tempo para raiva ou tristeza, toda ateno era pouca para no perder fregus."
   
  Discuta com seus colegas quais so as principais semelhanas que existem entre a personagem Fasca e a personagem que aparece no cartaz da Leitura 2. Seu professor vai registrar na lousa as concluses do grupo. Copie.
 
*Dicas de leitura*

<R+>
  *Serafina e a criana que 
  trabalha*
 Cristina Porto -- Editora 
  tica
  *Construindo a nossa memria -- Injustia e discriminao: at quando*?
 Alfredo Boulos Jnior -- 
  Editora FTD
  *Negrinho do pastoreio*
 Snia Junqueira -- Editora 
  Atual
<R->

<70>
Leitura 3

As marcas da infncia so as que 
  ficam.

<R+>
_`[{foto mostrando pai dormindo de bruos, com o filho, tambm de 
bruos, sobre suas costas. Os dois usam cuecas iguais. Acima e 
abaixo da foto l-se: As marcas da infncia so as que ficam. 
Cuecas Mash_`]

<71>
Explorao escrita

 1. Responda.
  Na propaganda, o que primeiro chamou a sua ateno, a imagem ou o texto escrito?
 2. Leia e responda.
<R->

  "As marcas da infncia so as que ficam."

   comum as propagandas trabalharem com o duplo sentido das palavras. A que marcas a propaganda se refere?
<p>
<R+>
 3. A propaganda usou recursos visuais e uma frase de efeito para provocar uma reao nos leitores. Na sua opinio, que reao ela procurou provocar?
 4. Observe a descrio da fotografia. Que marcas essa criana pode levar para a vida adulta?

_`[{um menino coloca lenha num enorme forno de barro_`]
<R->

<72>
Leitura 4

<R+>
Alunos fazem passeata para protestar contra maus-tratos s crianas

_`[{foto tirada pelo fotgrafo Carlos Moura, mostrando crianas com faixas e cartazes_`]
  Legenda: Cidados do amanh fizeram passeata e pediram o fim 
  da explorao do trabalho infantil.

Silvia Arajo -- Especial para o *Correio*
<R->
  
  A criana tem o direito de ter direito! Essa foi a concluso a que chegaram os alunos do Colgio Objetivo Jnior, na 914 Sul, depois de estudarem, por uma semana, os direitos infantis. As atividades foram encerradas com a realizao de uma passeata em torno da escola, que reuniu oitocentos alunos, entre 6 e 10 anos de idade.
  As crianas carregavam faixas, confeccionadas por elas mesmas, e gritavam exigindo o fim da explorao do trabalho infantil. "Depois de assistirem a filmes e lerem livros sobre esse assunto, as crianas j sabem de cor os seus direitos garantidos por lei", disse a diretora da escola. "Isso  muito importante, porque uma criana informada  um futuro cidado consciente."
  Segundo a professora de Estudos Sociais, da 4 srie, 
 Clarice Calaes Ribeiro Romez, 34 anos, as crianas ficaram chocadas com a realidade infanto-juvenil, no Brasil. "Quando elas viram uma criana de 3 anos trabalhando como cortador de cana, no Paran, ficaram aterrorizadas", disse. "Resolvemos ento fazer algumas coisas para chamar a ateno da sociedade, que pode e precisa fazer algo para mudar isso", acrescenta a professora.
  Um grupo de alunos da 4 srie representava os trabalhadores-
 -mirins, como cortadores de cana, colhedores de frutas, carvoeiros, quebradores de pedras e vendedores ambulantes. "Esse trabalho  importante porque ensina sobre os meus direitos", diz Juliana Campos, 10 anos. "A criana precisa ter seus direitos respeitados agora, para no futuro podermos ter um Brasil melhor. No dizem por a que a criana  o futuro do Brasil?", indaga 
 Juliana.
  Juliana Prates, 10 anos, tambm na 4 srie, acha que, se todos respeitarem os direitos dos pequenos cidados brasileiros, eles vo poder crescer mais inteligentes e, no fundo, o maior beneficiado vai ser o Brasil.
  "A gente est protestando em favor das crianas que trabalham. Elas tm o direito de chorar, quando sentirem vontade, e de serem felizes", diz Bruno Eduardo Pires, 10 anos. Rhon Goulart, tambm de 10 anos, defende a idia de que a criana tem direito, mas que tambm deve ter limites. "A gente tem que respeitar os outros, se queremos respeito. Tem um versinho que diz assim: No faam com os outros o que voc no quer que faam com voc", lembra ele.
  Leonardo Oliveira Goes Cella, 8 anos, estudante da 2 srie, s tem um apelo para fazer aos pais, no Dia das Crianas: "Evitem a violncia, no batam em seus filhos, coitados! A conversa, muitas vezes,  a melhor maneira de se ensinar", alerta ele, muito interessado em convencer os pais.

<R+>
*Correio Braziliense*, 10/10/1997.

<73>
Explorao escrita

 1. Responda.
 a) Onde a reprter estava quando aconteceu a passeata? 
 b) como voc chegou a essa concluso?
 c) que outro profissional do jornal estava junto com a reprter?
 d) como voc acha que a reprter conseguiu as informaes contidas no primeiro pargrafo?

 2. Baseando-se nas respostas a seguir, que perguntas voc acha que foram feitas pela reprter? 
 a) "Quando elas viram uma criana de 3 anos trabalhando como cortador de cana, no Paran, ficaram aterrorizadas."
 b) "A gente est protestando em favor das crianas que trabalham."
 c) "Evitem a violncia, no batam em seus filhos, coitados!"

3. Escreva o nome do aluno que, ao ser entrevistado, deu uma resposta em tom irnico.
<R->

  Escreva as palavras que marcam esse tom de ironia.
 
<74>
Produo

  Estima-se que milhes de pequenos brasileiros esto longe dos bancos escolares. A criana que por necessidade  obrigada a trabalhar quando deveria estar estudando no s perde a infncia como tambm a possibilidade de um futuro melhor.
  Pensando nisso, junto com seu professor e colegas, escolham uma das propostas a seguir:

PROPOSTA 1

  Realizem uma caminhada pelos direitos da criana. Ela poder ser feita nos arredores da escola. Para chamar a ateno das autoridades e da populao, levem cartazes com desenhos produzidos por vocs e confeccionem faixas com frases interessantes sobre o tema.
  Conhecer quais so os direitos da criana e do adolescente, garantidos pela Constituio Federal, ser til para a criao das frases. Leia.
<p>
<R+>
Direitos da criana e do 
  adolescente

Art. 227
 Constituio Fedral de 1998
  " dever da famlia, da 
  sociedade e do Estado assegurar  criana e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito

...  vida,
  sade
  alimentao,
  educao,
 ao lazer,
  profissionalizao,
  cultura,
  dignidade,
 ao respeito,
  liberdade,
  convivncia familiar
 e comunitria...
 ... alm de coloc-los a salvo de toda forma de...
 ... negligncia,
 discriminao,
 explorao,
 violncia,
 crueldade e
 opresso."
<R->
 	
<75>
  Depois da caminhada, voc se colocar no lugar de um reprter encarregado de escrever a matria sobre a *Caminhada pelos Direitos da Criana*. Dever contar como foi organizada e relatar detalhes do que viu. Acrescente no seu texto algumas falas de colegas, funcionrios e professores. Para isso, voc j sabe: prepare as perguntas e entreviste-os aps o trmino do percurso.
  Leia a sua produo. Se precisar se certificar da grafia correta de alguma palavra, consulte o dicionrio. Verifique se usou a pontuao adequada para indicar as falas dos entrevistados e se no repetiu palavras.
  Mostre sua reportagem para o professor. Ele vai discutir com voc possveis mudanas para tornar seu texto ainda melhor.
  Passe o trabalho a limpo e exponha-o no mural da classe, ou em outro espao fora da sala de aula onde mais pessoas tenham acesso  leitura.

PROPOSTA 2

Leia.

<R+>
_`[{duas fotos de crianas:
 1 -- Menino cortando cana. Abaixo, l-se a mensagem: No ao 
trabalho infantil.
 2 -- Menino, sorridente, segurando um caderno. Abaixo l-se a  
mensagem: Lugar de criana  na escola._`]
<R->
  
  Junto com seus colegas, escrevam uma carta para o governador do seu estado, perguntando que medidas esto sendo tomadas para tornar realidade a mensagem do cartaz. Falem sobre as atividades que foram desenvolvidas na escola e de que maneira 
<76>
elas sensibilizaram a classe para essa importante questo social. Se desejarem, proponham aes governamentais que possam ser realizadas.

  A carta ser escrita na lousa pelo professor, com sugestes da turma. Um colega ficar encarregado de pass-la a limpo, e todos os alunos devero assin-la. Mas, antes disso, confiram:
<R+>
  A inteno da carta est clara?
  Ser que ela vai convencer o governador?
  A letra est legvel?
  Vocs seguiram a estrutura de uma carta -- local, data, texto e assinatura?
<R->

  A carta a seguir trata de um outro tema, mas poder lhes dar pistas para produzirem a de vocs.

<R+>
Taguatinga, 5 de junho de 1998.
<R->

  Excelentssimo Senhor Governador,
  Somos alunos da 4 srie e durante toda a semana desenvolvemos atividades relacionadas ao tema lixo e reciclagem.
  No mundo moderno, a produo de lixo aumentou consideravelmente, causando graves problemas ao meio ambiente. Essa situao, no entanto, pode ser melhorada com o apoio de programas de governo para transformar o lixo em novos e teis materiais, por meio da reciclagem, o que representar economia de matria-prima.
  Sabemos que, na cidade de 
 Braslia, o lixo j est sendo reciclado e que as pessoas o esto selecionando em suas casas, no comrcio, nos hospitais e at em escolas.
  Gostaramos de saber de Vossa Excelncia quando a coleta seletiva ser implantada em Taguatinga. Sugerimos que, antes da implantao do programa, se faa uma campanha de conscientizao dos moradores sobre os benefcios que ele trar para nossa cidade.
  Seria importante que alguns tcnicos pudessem visitar as escolas e ensinar as crianas como selecionar o lixo. Ns nos comprometemos a passar as informaes aos nossos pais.
  Aguardamos a resposta de Vossa Excelncia.

Alunos da 4 srie  
  
  Antes de sobrescritar o envelope, procurem se informar para onde devero remeter a carta. No deixem de colocar o endereo completo da escola, pois  muito provvel que recebam resposta.
  
<77>
Gramtica

<R+>
1. Releia este trecho da carta enviada ao governador e responda.
<R->

  "Gostaramos de saber de Vossa Excelncia quando a coleta seletiva ser implantada em Taguatinga. Sugerimos que, antes da implantao do programa, se faa uma campanha de conscientizao dos moradores sobre os benefcios que ele trar para nossa cidade."

  Responda.
  Ao nos dirigirmos s pessoas, usamos palavras ou expresses como forma de tratamento. No texto, que expresso foi usada para se dirigir ao governador?
 
<R+>
2. Leia e responda.

*Senhores pais* informamos que as matrculas estaro abertas a partir do dia 15 de novembro
<R->

  Qual foi a forma de tratamento usada para se dirigir aos pais?

  Essas formas so chamadas *pronomes de tratamento*.

<78>
<p>
  Conhea os pronomes de tratamento mais usados.

<R+>
_`[{a transcrio do quadro com os pronomes obedece a seguinte segncia: Pronome de tratamento _l Abreviatura _l Usados para_`]
 Voc _l v. _l pessoas ntimas, familiares
 Senhor, Senhora _l Sr., Sr _l tratamento respeitoso em geral 
 Vossa Excelncia _l V. Ex _l autoridades: presidente da Repblica, senadores, deputados, embaixadores etc.
 Vossa Senhoria _l V. S _l pessoas de cerimnia, principalmente em textos escritos, como correspondncias comerciais, 
ofcios, requerimentos, convites etc.
 Vossa Eminncia _l V. Em _l cardeais
 Vossa Alteza _l V. A. _l prncipes e duques
<p>
 Vossa Santidade _l V. S. _l o Papa
 Vossa Reverendssima _l V. Revma _l sacerdotes e religiosos em geral
 Vossa Magnificncia _l V. Mag _l reitores de universidade
 Vossa Majestade _l V. M. _l reis e rainhas

3. Discuta com seus colegas e responda. 
 a) Para que so usados os pronomes de tratamento?
 b) Quais desses pronomes voc costuma usar com freqncia?
 
<79>
 4. O Masp, Museu de Arte de So Paulo, realizou uma belssima exposio com obras de 
  Monet, famoso pintor francs. Vrias autoridades foram convidadas para a abertura desse evento. 
<R->

  Observe os trechos dos convites encaminhados e copie-os substituindo a lacuna por pronome de tratamento adequado.

<R+>
 a) Presidente da repblica
  (...) A presena de ..... marcar o evento e deixar clara a importncia que o governo d ao desenvolvimento das artes no Brasil.
 b) Cardeal 
  (...) Ser uma honra ter ..... representando a Igreja na abertura da Exposio de 
  Monet.
 c) Diretor de escola
  (...) e gostaramos de conhecer o interesse de ..... em incluir os alunos de sua escola em nossa programao de visitas.
 d) Reitor
  (...) .....  poder apreciar as obras de Monet e apoiar a nossa instituio divulgando o evento no mbito dessa Universidade.

<80>
<p>
5. Leia, discuta com seus colegas e responda.
<R->

  Menino pergunta para a me:
  -- Me, vossa senhoria poderia fazer o obsquio de me informar quando ser servido o almoo?
  Homem pergunta ao prefeito:
  -- Oi! voc pode me atender agora?

<R+>
a) O que h de estranho nas falas das personagens?
 b) Os pronomes de tratamento foram usados de maneira adequada? Por qu?
 c)  importante usar os pronomes pessoais corretamente? Por qu?
  
6. Escreva para quem voc acha que as frases abaixo foram ditas.
 a) -- Voc quer uma carona? 
 b) -- Vossa Santidade visitar o Brasil no ms de maio ou abril? 
 c) -- A senhora j foi atendida? 
<p>
 d) -- Vossa Excelncia vai colocar em pauta de votao o reajuste salarial (aumento) dos funcionrios pblicos? 
  
<81>
Ortografia

1. Copie as palavras substituindo o  por *x*, *cc* ou *c*.
 a) o  tona	
 b) fi  o	
 c) confe  o	
 d) infe  ionado
 e) pire  	
 f) infe  o	
 g) crucifi  o	
 h) ma  ilar
 i) confe  ionar	
 j) convi  o	
 l) into  icado	
 m) fle  o

  Responda.
 a) Que som se repete em todas as palavras acima?
 b) E quais so as formas corretas de representar esse som?
 
2. Copie e separe as slabas das palavras a seguir. Observe os exemplos.
 complexo -- com-ple-xo		
 infeco -- in-fec-o	
 confeccionado -- con-fec-ci-o-na-do
 a) suco	 
 b) txico	
 c) dico	
 d) intoxicao
 e) faco	
 f) saxofone	
 g) taxmetro	
 h) frico
  Consulte o dicionrio sempre que desejar conhecer o significado de alguma palavra.

3. Qual  a palavra?
  Descubra e escreva.
 a) Qualidade do ao com que so feitos talheres, bandejas, panelas, que no enferruja.
 Dica: A palavra  polisslaba, paroxtona e acentuada. 
<82>
 b)  o mesmo que droga; substncia que intoxica.
 Dica: A palavra  trisslaba, proparoxtona, tem trs consoantes e trs vogais. 
 c) Qualidade do material que se dobra com facilidade; malevel.
 Dica: A palavra  trisslaba, paroxtona, tem oito letras e  acentuada. 
 d) Luz refletida pelo espelho.
 Dica: A palavra  trisslaba, paroxtona, tem quatro consoantes e trs vogais. 
<R->

Vamos recordar

1. Leia.

O trabalho do vereador

  Voc sabe para que serve um vereador? O projeto Cidadania-Mirim, da Cmara Municipal de So Bernardo do Campo, em So Paulo, existe h trs anos para responder a essa pergunta.
  Por meio de um passeio, as crianas vem como funciona a Cmara (onde os vereadores trabalham).
  *Elas* aprendem, por exemplo, como so feitas as leis municipais, que so as leis criadas pelos vereadores. Para faz-*las*, eles apresentam um projeto de lei, que  uma proposta de lei. Depois, o projeto  votado pelos vereadores.
  Se a maioria deles aprovar o projeto, *ele*  encaminhado para a aprovao do prefeito. Se o prefeito *o* aprovar, ele vira lei. Mas se o projeto no tiver a aprovao da maioria dos vereadores, ele  arquivado.

<R+>
Lavnia Fvero. *Folha de 
  S. Paulo, Folhinha*, 3/10/1998.
<R->

<83>
  No texto que voc leu, aparecem os pronomes abaixo, destacados. Copie-os e escreva ao lado deles o substantivo a que se referem:
 a) *elas*	
 b) *ele*	
 c) *las*	
 d) *o*		

  Responda.
<R+>
 a) Para que foi necessrio usar os pronomes *ele* e *o*?
 b) E o pronome *elas*?
  
2. Leia o que Giuliano falou sobre as eleies.
<R->
  
  "Sexta-feira foi dia de eleio simulada na escola do meu primo. Os alunos votaram para presidente e para governador. Os alunos usaram uma urna eletrnica do TRE.
  Eu acho que as crianas devem participar das campanhas eleitorais, porque  importante que as crianas acompanhem as decises polticas do pas.
  Amanh ser a vez da minha escola. Oba!"

<R+>
Giuliano Nascimento Pamplona, 10 anos.
<R->

  Na fala  comum repetirmos palavras, mas na escrita devemos evitar essa prtica.
  Se Giuliano tivesse de escrever o que falou, teria de substituir por pronomes as palavras repetidas desnecessariamente. Como ficaria o texto? Reescreva-o.

<R+>
3. Leia o texto e, depois, reescreva-o na 1 pessoa do plural.
<R->
  
  No ltimo feriado, eu fui acampar. L, papai me ensinou a pescar. Peguei piabas e cars. Tambm subi em rvores e brinquei com os miquinhos que apareceram no local.
  Foram s trs dias, mas eu me diverti bastante.

               xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo

Fim da Primeira Parte
 

